sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Céu


O Céu se reinventa despetalando-se em nuvens.

17 comentários:

  1. Paulo,
    Venho lá do Canto Geral, pequeno jardim aonde planto lembranças e homenagens, e me reflori aqui...
    O céu despetalando-se em nuvens: imagem linda, poeta...

    Abraço florando,
    Pedro Ramúcio.

    ResponderExcluir
  2. Lírico... e a imagem, belíssima.
    Beijokas.

    ResponderExcluir
  3. Bem-me-quer... Mal-me-quer... Bem-me-quer...
    Quando chegar a última nuvem, Paulo Jorge, não mais haverá nem Bem nem Mal, só uma imensidão de azul...
    E é tanto azul aqui e por toda parte que quero me afogar (lembro-me da felicidade que sinto toda vez que chego em Natal e me deparo com o mar que, pra mim, é tão azul)

    Coincidentemente (ou não),hoje, meu aluno de treze anos, o Vanderson, veio me mostrar uma poesia de Gullar que ele achou legal. A poesia chama-se Olhos Azuis:

    "O azul dos olhos
    Do meu gato
    é um barato.
    às vezes ele me lembra
    o azul azul do mar
    que vem subindo subindo...
    e ameaça derramar
    Conforme a hora e a luz
    São diferentes azuis:
    Uma hora é azul-turquesa,
    Outra hora azul-marinho;
    Uma hora é azul-beleza,
    Outra hora azul-gatinho"

    Isso azulou toda a minha tarde. E agora, contigo, vou ficar ainda por um bom tempo.

    Beijinhos, querido!!!!

    ResponderExcluir
  4. Doce é o algodão...

    Beijo, caríssimo!

    ResponderExcluir
  5. Obrigado, Pedro.
    Ótimo fim de semana e felicidades.
    Aquele abraço.

    ResponderExcluir
  6. Lua, a imagem nos redime da palavra.
    Bjks e excelente fim de semana.

    ResponderExcluir
  7. No azul azulejo ludovicense encontro Pólen e Gullar guardando o cobiçado ouro literário da Ilha.
    Querida, obrigado pelo comentário sensível e poético.
    Ótimo fim de semana e felicidades.
    Bjks.

    ResponderExcluir
  8. Algodão doce das nuvens, Crisálida.
    Bjks nas rubras faces.

    ResponderExcluir
  9. Ah, Paulo Jorge, que lindeza!
    Direitinho, de acordo com o sábado lindo que faz aqui...{Porque hoje é sábado...)
    Como pode um poema tão maravilhoso, dentro da parcimônia das palavras?
    Grande abraço, querido amigo!

    ResponderExcluir
  10. Profundo, belo e passageiro... como tudo na vida.

    Um imenso abraço, meu amigo Paulo!

    ResponderExcluir
  11. Zélia, como é bom ler seus comentários serenos e certeiros.
    Isto só reforça a imagem de uma poetisa sensível como é o seu caso.
    Obrigado e excelente semana ensopada de muita poesia.
    Abração, querida.

    ResponderExcluir
  12. Willyan, você foi perfeito ao comentar sobre a transitoriedade da vida e das coisas.
    Forte abraço, poeta dos Pampas.

    ResponderExcluir
  13. Lara, obrigado por visitar meu mundinho de versos.
    Bjks.

    ResponderExcluir
  14. Andei meio sumido por vários motivos...mas aos poucos estou voltando

    abraços!

    ResponderExcluir
  15. Amei esse mínimo máximo poético!
    Um abraço, Paulo!

    ResponderExcluir